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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Lançamento de Livros em Bauru SP

Lançamento de livro inicia semana dos museus em Bauru




Nesta quarta-feira (20), a Estação Ferroviária Noroeste do Brasil em Bauru (SP) sedia o lançamento do livro “Bauru: origens históricas”, de Irineu Bastos e Gabriel Pelegrina. O lançamento do livro faz parte da abertura da 17ª Semana Municipal dos Museus e 13ª Semana Nacional dos Museus de Bauru.

O livro traça a história de Bauru desde os povos indígenas originários, passando pela importância do café no desenvolvimento da cidade e pelo entroncamento ferroviário que Bauru viria a se tornar, no início do século XX. A presença da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, da Estrada de Ferro Sorocabana e da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil criaram um grande fluxo de pessoas e mercadorias na cidade.


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As Espiãs do Dia D                Star Wars. Provação






O Sol É Para Todos              A Era de Ultron - Volume 1


Diário de Um Banana 9. Caindo na Estrada           O Jogo das Perguntas. 291 Questões In...



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quinta-feira, 14 de maio de 2015

CRÔNICA DO DIA - DEBOCHANDO DO BRASIL

                      DEBOCHANDO  DO  BRASIL




 Minha pátria amada Brasil, verde, amarelo, azul e branco, cores da nossa mota, nosso céu, nossa paz. Pátria amada de tantas gentes, tantas nações em uma só. Gente sofrida, em sua maioria, que acorda cedo, pega condução de madrugada para trabalhar, enfrenta a fila do posto, com filho doente e a placa diz: -" Posto fechado por falta de médico" ou " só tem 05 consultas".
Gente que aguenta poeira na porta de casa, esgoto correndo a  céu aberto, chuva que desce o morro e o governo diz : -" Não tem como construir casas para todos".
Em contra partida, um outro Brasil, nos apresenta corrupção, enriquecimento absurdo     de uma classe dominante, doleiros e doleiras, que debocham do povo brasileiro, rindo e cantando, como se roubar fosse a coisa mais normal do mundo. Amada amante, você tem que amargar dias de prisão e de fúria de um povo sofrido, que mendiga um salário mínimo para não morrer de fome.
Acorda pátria amada, acorda povo sofrido, responda com um tapa na cara, esses absurdos de políticos hipócritas, que nunca sabem de nada, que chegam com cesta básica e dentaduras para comprar o seu voto.
Vamos rasgar os títulos e jogar no lixo candidatos corruptos.
Até quando Pátria Amada.


 Autora :                            




                         


terça-feira, 12 de maio de 2015

Biblioteca Móvel



Biblioteca Móvel' circula no mês de maio pela Grande Vitória

Biblioteca itinerante tem acervo de aproximadamente dois mil livros.
Primeira parada foi nesta segunda-feira (11), em Vila Velha. 

 

O projeto “Biblioteca Móvel”, que conta com um acervo de aproximadamente dois mil livros, vai passar pelos municípios de Vila Velha, Cariacica, Vitória e Serra, no mês de maio. A primeira parada aconteceu nesta segunda-feira (11), no bairro Vale Encantado, em Vila Velha.
Segundo a Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult), a iniciativa tem como objetivo aproximar a biblioteca e o livro da comunidade, facilitando o acesso à leitura, à cultura e à informação.
O público pode ler os livros no próprio local ou fazer empréstimo, mediante cadastro, de até dois títulos por 14 dias, com direito à renovação.


 MAIS INFORMAÇÕES

http://glo.bo/1JDkOmj



Resumo do Livro " O Reizinho Mandão "

                                              "O Reizinho Mandão"
                        Autora Ruth Rocha
                    Ilustrações de Walter Ono
                                FTD

                                      
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Num lugar muito longe, tinha um rei, daqueles que têm nas histórias, um rei bonzinho, justo e que fazia tudo para o bem do seu povo. Mas era muito velhinho e morreu, e o príncipe, seu filho , virou rei daquele lugar. Esse príncipe era muito mal-educado, mimado, daquele que as mães fazem todas as vontades e que acham que são donos do mundo.
então esse príncipe se tornou rei no lugar do pai, e ele era um rei muito chato, mandão e implicante.
Resultado de imagem para imagens do livro o reizinho mandãoEle só queria saber de fazer leis, as mais absurdas do mundo. Como poe exemplo -" É proibido dormir de touca na primeira quara feira do mês" e muito mais.
Os conselheitos não sabiam mias o que fazer, pois o reizinho não ouvia ninguém. Se alguém tentava falar ele já gritava
-" Cale a boca! Eu é que sou o rei, eu é que mando"
Com isso s pessoas foram se calando, de medo de levar bronca do rei.
Até que chegou um dia, em que o reizinho percebeu que ninguém no reino sabia falar. Ninguém. 
O reizinho até que gostou, pois assim poderia falar a vontade sem que ninguém o interrom,pesse.
Mas ele se cansou de  falar sozinho, e tentou falar com s pessoas do reino, mas as pessoas não sabiam mais falar, e ele viu  o que tinha feito, e ficou muito triste.
Daí resolveu visitar  o reino vizinho, que sabia ter um sábio que o ajudaria. E levou consigo o papagaio do reino.
E assim ele fez. Quando chegou no outro reino, até se assusrou, todo mundo cantando, conversando...
Ele aí encontrou o sábio, um velho miudinho que falava pekos cotovelos. Se fosse antes o reizinho is logo mandar que ele se calasse. Mas o reizinho estava diferente.
O velho  sábio deu um baita " pito " no reizinho.
-Pois é, ele dizia. Vai mandando calar a boca não é ? Depois aguenta, é isso o que dá.
-Mas eu quero consertar isso, disse o reizinho.Resultado de imagem para imagens do livro o reizinho mandão
-O que eu faço?
O sábio disse;
- Saia pelo seu reino batendo de porta em porta. Se conseguir encontrar uma criança, uma só, que ainda saiba falar, ela vai dizer o que você precisa ouvir. e nesse dia acaba a maldição. 
E lá se foi o reizinho. Batendo de porta em porta, procurando uma criança que falasse.
Batia e nada.Até que um dia... o reizinho chegou perto de uma casa, e do lado de dentro fecharam a janelas, e ele bateu, bateu e disse que não sairia dali, até que abrissem a porta pra ele.
Aí a porta foi se abrindo e apareceu uma velha.
O reizinho perguntou:
- Minha senhora, nesta casa existe uma criança que ainda saiba falar?
A velha sacudiu a cabeça e olhava pra dentro assustada, então o reizinho empurrou a porta e foi entrando. Lá no fundo, no escuro, tinha uma menina magrinha, de trança comprida e avental xadrez. Aí o reizinho foi indo na direção da menina e perguntou.
- Então, linda menina! Não vai dizer alguma coisa?
A menina nada.
Então o rei disse:
- Olhe aqui minha filha! Eu sou o rei, sabia?
O papagaio ouvindo a voz antiga do reizinho, gritou:
-Cale a boca, cale a boca!
Quando a menina ouviu isso, gritou bem alto:- Cale a boca já morreu! Quem manda na minha boca sou eu!.
No mesmo instante ouviu-se um estalo, como um trovão e começou um barulho estranho, eram vozes e mais vozes.
Homens, mulheres, crianças, velhos, todos gritado e rindo.
O reizinho ficou tão assustado com tanto barulho que saiu apavorado correndo pela estrada. Ninguém sabe o que aconteceu com ele, uns dizem que desistiu de ser rei, outros dizem que virou um sapo e procura uma princesa que o beije e quebre seu feitiço.


   ESPERO QUE GOSTEM DESTA LINDA HISTÓRIA E CONTEM PRAS CRIANÇAS


                                                              


segunda-feira, 4 de maio de 2015

14 Bis Linda Juventude Globo de Ouro 83

Resuno do Livro " Papai Noel esteve Aqui"

Papai Noel Esteve Aqui - Col. Girassol - 2ª Edição

RESUMO  Do Livro " PAPAI NOEL ESTEVE AQUI "
AUTORA :  LAÍS CARR  RIBEIRO
EDITORA MODERNA
COLEÇÃO GIRASSOL
CAPA E ILUSTRAÇÃO : ANGELO BONITO
ANO 1992

A menina chamada de tampinha, acordou sentindo um cheiro bom na casa, eram os preparativos para a ceia de natal. levantou-se da cama e foi até a cozinha conferir se o seu "cheirômetro" esta certo, funcionando bem.
 Quase deu uma trombada com a mãe,que equilibrava uma pilha de pratos.
- Saia da frente, tampinha! Você esta no meio do caminho.
Tampinha saiu da cozinha, com um pacote de biscoitos e um copo de iogurte, e foi para a sala onde as irmãs enfeitavam a árvore de natal. A árvore estava toda prateada.
No chão embaixo da árvore  vários embrulhos coloridos, qual seria o seu?
- Tira a mão daí Tampinha.

Não se meche nos presentes antes da ceia.
 Tampinha foi para o seu quarto e olhou pela janela.
Ela dava para os fundos do quintl de um orfanato, onde as crianças eram vestidas todas iguais. A freirinha chegou com um cesto de pães, onde num minuto, ficou vazio. Depois alguém trouxe copos de café com leite.
Tampinha pensou: no orfanato todos os dias são iguais. 
Tampinha teve uma ideia!  
 Abriu o armário e pôs abaixo a prateleira de brinquedos. " Eu já não brinco mais com nada disso"! Tampinha pegou um vidro de cola e começou a concetar os brinquedos quebrados. Era noite quando terminou.
Tampinha foi à dispensa e pegou vários sacos de lixo, colocou um dentro do outro pra reforçar e colocou dentro todos os brinquedos.

Ela se disfarçou, colocou barba de algodão, prendeu os cabelos com um boné.
Pegou o saco e saiu pelos fundos onde o jardineiro, conhecido como ratão a ajudou a colocar o saco num carrinho de mão, e foram para o orfanato.
Na manhã do dia  de natal, tinha até carro de reportagem na frente do orfanato, entrevistando as crianças.
Elas contaram que os presentes foram colocados pela janela.
- " Eu vi, Papai Noel tinha tranças, sem o dente da frente."
- "Ele não é velhinho, é criança como a gente, com barba de algodão e gorro na cabeça. Usa bermuda azul e tênis. è mentira que ele usa trenó, vieram da rua com um carrinho de mão, trouxeram os presentes num saco de lixo!"
A repórter perguntou como era o ajudante de papai Noel?
- Era um morenão enorme.
- Então papai Noel era um menino?
- Não, gritaram as crianças.
- Era uma menina de tranças. Eu vi , porque quando pularam o muro, o boné caiu e o cabelo soltou.


Espero que tenham gostado desta  linda história, e aprendido que com um gesto tão simples você pode fazer  diferença, assim com a Tampinha fez, doando seus brinquedos as crianças do orfanato.


                                                                 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Crônica do dia

Crônica do dia:
                      "Que Educação é essa?"

 O dia começou dentro do possível, normal, em um acampamento em frente "a casa do povo", lembrem-se disso " a casa do povo", Tomaram a rotina normal de um dia de greve, de manifestações, em favor de direitos adquiridos ao longo de anos.
Os que ali estavam, lutam para que os representantes do povo, os Srs. Deputados, não votassem um projeto o qual a comunidade da greve, não aprovava, por ver prejudicados a longo prazo, os seus direitos.
Cordão policial de isolamento, já estava a postos faz tempo, para impedir os manifestantes  de entrar na casa do povo.
De repente uma palavra de ordem ecoa no ar, e gritos são ouvidos, juntando-se a isso o som das balas de borracha, bombas de efeito moral, gás lacrimejante, spray de pimenta e outros aparatos.
O sangue escorreu na calçada, manchando a bandeira do Estado. sujando as mãos dos governantes. De nada adiantou  os gritos pedindo paz.
Como ensinar a nossos alunos o que é democracia, depois dos professores e funcionários, serem impedidos de entrar na Assembleia, onde se encontravam os Deputados eleitos por eles, pelos próprios professores, pelo povo.
Que este fato, que denegriu a imagem de um Estado democrático, seja como uma página de um livro, que vira e chega a um final às vezes nem tão feliz.

 Assinado 

Marilise.



                          

domingo, 26 de abril de 2015

Resumo de "O livro que só queria ser lido"

                                                     Título    O livro que só queria ser lido.
                                            Autor   José Jorge Letria
                                                        Texto Editoras
                                                        Ilustrações de Daniel Silva
                                                        Pag. 139



Era uma vez um livro triste. E não era triste pelo que contava,  nas suas páginas, mas sim porque tinha um desejo de ser lido. Ele questionava:
- Se sou um livro, e um livro é para ser lido, porque ninguém me lê?
Apesar de ter sido publicado a vários anos, não era um livro velho, já fora lido por várias pessoas da casa e depois esquecido.
Na prateleira tinha como companhia os dicionários de que gostava muito, pois quando todos dormiam, eles ensinavam-lhe muitas coisas.
Sentiu-se mais triste quando os romances policiais, foram retirados do seu lado.
A única companhia do livro era uma velha máquina de escrever, que já tivera na casa os seus dias de glória.
A máquina chegara àquela casa pelas mãos de um jornalista que era amigo da família.
Com a chegada dos computadores, a máquina foi esquecia numa estante.
O livro e a máquina ficaram muito amigos e passavam horas trocando ideias.
Mas houve um dia em que os dois viram o seu mundo quase desabar. Uma das pessoas da casa, mostrava a máquina para uma  pessoa, que eles achavam  ser um colecionador. E um belo dia lá se foi a máquina de escrever. 
O livro viu com tristeza sua amiga ir embora. Um dia o livro percebeu que a casa estava muito silenciosa e triste, teriam ido todos embora?
Mas não. A tristeza e o silêncio, eram por causa da morte do tio Vicente que vivia no Brasil e era muito querido por todos. O livro então se lembrou que quem o trouxe par casa, foi o tio Vicente, que o leu e o deu para as pessoas da casa.
Uma noite tocou o telefonema da casa, uma ligação do Brasil, dizendo que o tio Vicente deixara coisas valiosas num cofre, no sotão da casa. Mas o segredo do cofre estava guardado dentro de um livro de que ele gostava muito.
Daí começou a procura do tal livro. O livro lembrou que dentro de suas páginas estava guardado um papel com números e letras, seria este o papel que todos procuravam?
Só que ninguém chegou perto dele na estante. Ele então caiu da estante e abriu suas páginas deixando ver o tal papel. E assim encontraram o segredo. E a partir daquele dia, ele passou a ser o livro mais lido da casa. E ele disse baixinho:
- A única coisa que eu quero é ser lido.
Se me lerem, dar-me-ão toda a felicidade do mundo.
                                                                  F I M




sexta-feira, 24 de abril de 2015

Livros da Amazon

                 LANÇAMENTOS  DE LIVROS DA AMAZON


Floresta Encantada. Livro de Colorir...                  Mãe, Te Amo com Todas as Cores         Sapiens. Uma Breve História da Humani...


 Batman. Noel - Volume 1                    A Herdeira                    Jardim Encantado. Livro de Colorir An...



Tubarão     Batman. O Cavaleiro das Trevas - Volu...                       Toda Luz que não Podemos Ver



Sobre a Escrita           The Walking Dead. Declínio - Volume 5                Batman. O Longo Dia das Bruxas - Volu...



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quarta-feira, 22 de abril de 2015

ANIVERSÁRIO DE MANUEL BANDEIRA - 129º

                                                           MANUEL  BANDEIRA

            Estrela da Manhã

Eu quero a estrela da manhã
Onde está a estrela da manhã?
Meus amigos meus inimigos
Procurem a estrela da manhã

Ela desapareceu ia nua
Desapareceu com quem?
Procurem por toda a parte

Digam que sou um homem sem orgulho
Um homem que aceita tudo
Que me importa?
Eu quero a estrela da manhã

Três dias e três noites
Fui assassino e suicida
Ladrão, pulha, falsário

Virgem mal-sexuada
Atribuladora dos aflitos
Girafa de duas cabeças
Pecai por todos pecai com todos

Pecai com os malandros
Pecai com os sargentos
Pecai com os fuzileiros navais
Pecai de todas as maneiras

Com os gregos e com os troianos
Com o padre e com o sacristão
Com o leproso de Pouso Alto

Depois comigo

Te esperarei com mafuás novenas cavalhadas comerei terra
[e direi coisas de uma ternura tão simples
Que tu desfalecerás

Procurem por toda parte
Pura ou degradada até a última baixeza
Eu quero a estrela da manhã
Manuel Bandeira
Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Em 1890 a família se transfere para o Rio de Janeiro e a seguir para Santos - SP e, novamente, para o Rio de Janeiro. Passa dois verões em Petrópolis.
Em 1892 a família volta para Pernambuco. Manuel Bandeira freqüenta o colégio das irmãs Barros Barreto, na Rua da Soledade, e, como semi-interno, o de Virgínio Marques Carneiro Leão, na Rua da Matriz.
A família mais uma vez se muda do Recife para o Rio de Janeiro, em 1896, onde reside na Travessa Piauí, na Rua Senador Furtado e depois em Laranjeiras. Bandeira cursa o Externato do Ginásio Nacional (atual Colégio Pedro II). Tem como professores Silva Ramos, Carlos França, José Veríssimo e João Ribeiro. Entre seus colegas estão Sousa da Silveira e Antenor Nascentes.
Em 1903 a família se muda para São Paulo onde Bandeira se matricula na Escola Politécnica, pretendendo tornar-se arquiteto. Estuda também, à noite, desenho e pintura com o arquiteto Domenico Rossi no Liceu de Artes e Ofícios. Começa ainda a trabalhar nos escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana, da qual seu pai era funcionário.
No final do ano de 1904, o autor fica sabendo que está tuberculoso, abandona suas atividades e volta para o Rio de Janeiro. Em busca de melhores climas para sua saúde, passa temporadas em diversas cidades: Campanha, Teresópolis, Maranguape, Uruquê, Quixeramobim.

OS LIVROS MAIS VENDIDOS SEGUNDO A REVISTA VEJA

                              OS  MAIS  VENDIDOS DA VEJA



O Pequeno Príncipe                                                  Eu fico Loko


                          


                Philia                        Se eu Ficar                           


           


    Nada a Perder                                  Ansiedade