A LEITURA ABRE PORTAS E TRAZ CONHECIMENTO E CULTURA. O BRASIL SÓ SERÁ UM PAÍS MELHOR COM O INCENTIVO A LEITURA.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
Tim Maia - 1973 - Album Completo
EU AMO TIM MAIA, ACHO UM DOS MELHORS ANTORES POPULARES QUE O BRASIL JÁ TEVE.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
CRÔNICA DO DIA - DEBOCHANDO DO BRASIL
DEBOCHANDO DO BRASIL
Minha pátria amada Brasil, verde, amarelo, azul e branco, cores da nossa mota, nosso céu, nossa paz. Pátria amada de tantas gentes, tantas nações em uma só. Gente sofrida, em sua maioria, que acorda cedo, pega condução de madrugada para trabalhar, enfrenta a fila do posto, com filho doente e a placa diz: -" Posto fechado por falta de médico" ou " só tem 05 consultas".
Gente que aguenta poeira na porta de casa, esgoto correndo a céu aberto, chuva que desce o morro e o governo diz : -" Não tem como construir casas para todos".
Em contra partida, um outro Brasil, nos apresenta corrupção, enriquecimento absurdo de uma classe dominante, doleiros e doleiras, que debocham do povo brasileiro, rindo e cantando, como se roubar fosse a coisa mais normal do mundo. Amada amante, você tem que amargar dias de prisão e de fúria de um povo sofrido, que mendiga um salário mínimo para não morrer de fome.
Acorda pátria amada, acorda povo sofrido, responda com um tapa na cara, esses absurdos de políticos hipócritas, que nunca sabem de nada, que chegam com cesta básica e dentaduras para comprar o seu voto.
Vamos rasgar os títulos e jogar no lixo candidatos corruptos.
Até quando Pátria Amada.
Autora :
terça-feira, 12 de maio de 2015
Biblioteca Móvel
Biblioteca Móvel' circula no mês de maio pela Grande Vitória
Biblioteca itinerante tem acervo de aproximadamente dois mil livros.
Primeira parada foi nesta segunda-feira (11), em Vila Velha.
O projeto “Biblioteca Móvel”, que conta com um acervo de
aproximadamente dois mil livros, vai passar pelos municípios de Vila
Velha, Cariacica, Vitória e Serra, no mês de maio. A primeira parada
aconteceu nesta segunda-feira (11), no bairro Vale Encantado, em Vila
Velha.
Segundo a Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult), a
iniciativa tem como objetivo aproximar a biblioteca e o livro da
comunidade, facilitando o acesso à leitura, à cultura e à informação.
O público pode ler os livros no próprio local ou fazer empréstimo,
mediante cadastro, de até dois títulos por 14 dias, com direito à
renovação.
http://glo.bo/1JDkOmj
Resumo do Livro " O Reizinho Mandão "
"O Reizinho Mandão"
Autora Ruth Rocha
Ilustrações de Walter Ono
FTD
Ele só queria saber de fazer leis, as mais absurdas do mundo. Como poe exemplo -" É proibido dormir de touca na primeira quara feira do mês" e muito mais.
Autora Ruth Rocha
Ilustrações de Walter Ono
FTD
Num lugar muito longe, tinha um rei, daqueles que têm nas histórias, um rei bonzinho, justo e que fazia tudo para o bem do seu povo. Mas era muito velhinho e morreu, e o príncipe, seu filho , virou rei daquele lugar. Esse príncipe era muito mal-educado, mimado, daquele que as mães fazem todas as vontades e que acham que são donos do mundo.
então esse príncipe se tornou rei no lugar do pai, e ele era um rei muito chato, mandão e implicante.
Os conselheitos não sabiam mias o que fazer, pois o reizinho não ouvia ninguém. Se alguém tentava falar ele já gritava
-" Cale a boca! Eu é que sou o rei, eu é que mando"
Com isso s pessoas foram se calando, de medo de levar bronca do rei.
Até que chegou um dia, em que o reizinho percebeu que ninguém no reino sabia falar. Ninguém.
O reizinho até que gostou, pois assim poderia falar a vontade sem que ninguém o interrom,pesse.
Mas ele se cansou de falar sozinho, e tentou falar com s pessoas do reino, mas as pessoas não sabiam mais falar, e ele viu o que tinha feito, e ficou muito triste.
Daí resolveu visitar o reino vizinho, que sabia ter um sábio que o ajudaria. E levou consigo o papagaio do reino.
E assim ele fez. Quando chegou no outro reino, até se assusrou, todo mundo cantando, conversando...
Ele aí encontrou o sábio, um velho miudinho que falava pekos cotovelos. Se fosse antes o reizinho is logo mandar que ele se calasse. Mas o reizinho estava diferente.
O velho sábio deu um baita " pito " no reizinho.
-Pois é, ele dizia. Vai mandando calar a boca não é ? Depois aguenta, é isso o que dá.
-Mas eu quero consertar isso, disse o reizinho.
-O que eu faço?
O sábio disse;
- Saia pelo seu reino batendo de porta em porta. Se conseguir encontrar uma criança, uma só, que ainda saiba falar, ela vai dizer o que você precisa ouvir. e nesse dia acaba a maldição.
E lá se foi o reizinho. Batendo de porta em porta, procurando uma criança que falasse.
Batia e nada.Até que um dia... o reizinho chegou perto de uma casa, e do lado de dentro fecharam a janelas, e ele bateu, bateu e disse que não sairia dali, até que abrissem a porta pra ele.
Aí a porta foi se abrindo e apareceu uma velha.
O reizinho perguntou:
- Minha senhora, nesta casa existe uma criança que ainda saiba falar?
A velha sacudiu a cabeça e olhava pra dentro assustada, então o reizinho empurrou a porta e foi entrando. Lá no fundo, no escuro, tinha uma menina magrinha, de trança comprida e avental xadrez. Aí o reizinho foi indo na direção da menina e perguntou.
- Então, linda menina! Não vai dizer alguma coisa?
A menina nada.
Então o rei disse:
- Olhe aqui minha filha! Eu sou o rei, sabia?
O papagaio ouvindo a voz antiga do reizinho, gritou:
-Cale a boca, cale a boca!
Quando a menina ouviu isso, gritou bem alto:- Cale a boca já morreu! Quem manda na minha boca sou eu!.
No mesmo instante ouviu-se um estalo, como um trovão e começou um barulho estranho, eram vozes e mais vozes.
Homens, mulheres, crianças, velhos, todos gritado e rindo.
O reizinho ficou tão assustado com tanto barulho que saiu apavorado correndo pela estrada. Ninguém sabe o que aconteceu com ele, uns dizem que desistiu de ser rei, outros dizem que virou um sapo e procura uma princesa que o beije e quebre seu feitiço.
ESPERO QUE GOSTEM DESTA LINDA HISTÓRIA E CONTEM PRAS CRIANÇAS
quinta-feira, 7 de maio de 2015
REVISTA VEJA - A LISTA DOS MAIS VENDIDOS
OS LIVROS MAIS VENDIDOS SEGUNDO A REVISTA VEJA- MÊS DE ABRIL - ANO 2015










segunda-feira, 4 de maio de 2015
Resuno do Livro " Papai Noel esteve Aqui"
RESUMO Do Livro " PAPAI NOEL ESTEVE AQUI "
AUTORA : LAÍS CARR RIBEIRO
EDITORA MODERNA
COLEÇÃO GIRASSOL
CAPA E ILUSTRAÇÃO : ANGELO BONITO
ANO 1992
A menina chamada de tampinha, acordou sentindo um cheiro bom na casa, eram os preparativos para a ceia de natal. levantou-se da cama e foi até a cozinha conferir se o seu "cheirômetro" esta certo, funcionando bem.
Quase deu uma trombada com a mãe,que equilibrava uma pilha de pratos.
- Saia da frente, tampinha! Você esta no meio do caminho.
Tampinha saiu da cozinha, com um pacote de biscoitos e um copo de iogurte, e foi para a sala onde as irmãs enfeitavam a árvore de natal. A árvore estava toda prateada.
No chão embaixo da árvore vários embrulhos coloridos, qual seria o seu?
- Tira a mão daí Tampinha.
Não se meche nos presentes antes da ceia.
Tampinha foi para o seu quarto e olhou pela janela.
Ela dava para os fundos do quintl de um orfanato, onde as crianças eram vestidas todas iguais. A freirinha chegou com um cesto de pães, onde num minuto, ficou vazio. Depois alguém trouxe copos de café com leite.
Tampinha pensou: no orfanato todos os dias são iguais.
Tampinha teve uma ideia!
Abriu o armário e pôs abaixo a prateleira de brinquedos. " Eu já não brinco mais com nada disso"! Tampinha pegou um vidro de cola e começou a concetar os brinquedos quebrados. Era noite quando terminou.
Tampinha foi à dispensa e pegou vários sacos de lixo, colocou um dentro do outro pra reforçar e colocou dentro todos os brinquedos.
Ela se disfarçou, colocou barba de algodão, prendeu os cabelos com um boné.
Pegou o saco e saiu pelos fundos onde o jardineiro, conhecido como ratão a ajudou a colocar o saco num carrinho de mão, e foram para o orfanato.
Na manhã do dia de natal, tinha até carro de reportagem na frente do orfanato, entrevistando as crianças.
Elas contaram que os presentes foram colocados pela janela.
- " Eu vi, Papai Noel tinha tranças, sem o dente da frente."- "Ele não é velhinho, é criança como a gente, com barba de algodão e gorro na cabeça. Usa bermuda azul e tênis. è mentira que ele usa trenó, vieram da rua com um carrinho de mão, trouxeram os presentes num saco de lixo!"
A repórter perguntou como era o ajudante de papai Noel?
- Era um morenão enorme.- Então papai Noel era um menino?- Não, gritaram as crianças.- Era uma menina de tranças. Eu vi , porque quando pularam o muro, o boné caiu e o cabelo soltou.
Espero que tenham gostado desta linda história, e aprendido que com um gesto tão simples você pode fazer diferença, assim com a Tampinha fez, doando seus brinquedos as crianças do orfanato.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Crônica do dia
Crônica do dia:
"Que Educação é essa?"
O dia começou dentro do possível, normal, em um acampamento em frente "a casa do povo", lembrem-se disso " a casa do povo", Tomaram a rotina normal de um dia de greve, de manifestações, em favor de direitos adquiridos ao longo de anos.
Os que ali estavam, lutam para que os representantes do povo, os Srs. Deputados, não votassem um projeto o qual a comunidade da greve, não aprovava, por ver prejudicados a longo prazo, os seus direitos.
Cordão policial de isolamento, já estava a postos faz tempo, para impedir os manifestantes de entrar na casa do povo.
De repente uma palavra de ordem ecoa no ar, e gritos são ouvidos, juntando-se a isso o som das balas de borracha, bombas de efeito moral, gás lacrimejante, spray de pimenta e outros aparatos.
O sangue escorreu na calçada, manchando a bandeira do Estado. sujando as mãos dos governantes. De nada adiantou os gritos pedindo paz.
Como ensinar a nossos alunos o que é democracia, depois dos professores e funcionários, serem impedidos de entrar na Assembleia, onde se encontravam os Deputados eleitos por eles, pelos próprios professores, pelo povo.
Que este fato, que denegriu a imagem de um Estado democrático, seja como uma página de um livro, que vira e chega a um final às vezes nem tão feliz.
Assinado
Marilise.
"Que Educação é essa?"
O dia começou dentro do possível, normal, em um acampamento em frente "a casa do povo", lembrem-se disso " a casa do povo", Tomaram a rotina normal de um dia de greve, de manifestações, em favor de direitos adquiridos ao longo de anos.
Os que ali estavam, lutam para que os representantes do povo, os Srs. Deputados, não votassem um projeto o qual a comunidade da greve, não aprovava, por ver prejudicados a longo prazo, os seus direitos.
Cordão policial de isolamento, já estava a postos faz tempo, para impedir os manifestantes de entrar na casa do povo.
De repente uma palavra de ordem ecoa no ar, e gritos são ouvidos, juntando-se a isso o som das balas de borracha, bombas de efeito moral, gás lacrimejante, spray de pimenta e outros aparatos.
O sangue escorreu na calçada, manchando a bandeira do Estado. sujando as mãos dos governantes. De nada adiantou os gritos pedindo paz.
Como ensinar a nossos alunos o que é democracia, depois dos professores e funcionários, serem impedidos de entrar na Assembleia, onde se encontravam os Deputados eleitos por eles, pelos próprios professores, pelo povo.
Que este fato, que denegriu a imagem de um Estado democrático, seja como uma página de um livro, que vira e chega a um final às vezes nem tão feliz.
Assinado
Marilise.
domingo, 26 de abril de 2015
Resumo de "O livro que só queria ser lido"
Título O livro que só queria ser lido.
Autor José Jorge Letria
Texto Editoras
Ilustrações de Daniel Silva
Pag. 139
Era uma vez um livro triste. E não era triste pelo que contava, nas suas páginas, mas sim porque tinha um desejo de ser lido. Ele questionava:
- Se sou um livro, e um livro é para ser lido, porque ninguém me lê?
Apesar de ter sido publicado a vários anos, não era um livro velho, já fora lido por várias pessoas da casa e depois esquecido.
Na prateleira tinha como companhia os dicionários de que gostava muito, pois quando todos dormiam, eles ensinavam-lhe muitas coisas.
Sentiu-se mais triste quando os romances policiais, foram retirados do seu lado.
A única companhia do livro era uma velha máquina de escrever, que já tivera na casa os seus dias de glória.
A máquina chegara àquela casa pelas mãos de um jornalista que era amigo da família.
Com a chegada dos computadores, a máquina foi esquecia numa estante.
O livro e a máquina ficaram muito amigos e passavam horas trocando ideias.
Mas houve um dia em que os dois viram o seu mundo quase desabar. Uma das pessoas da casa, mostrava a máquina para uma pessoa, que eles achavam ser um colecionador. E um belo dia lá se foi a máquina de escrever.
O livro viu com tristeza sua amiga ir embora. Um dia o livro percebeu que a casa estava muito silenciosa e triste, teriam ido todos embora?
Mas não. A tristeza e o silêncio, eram por causa da morte do tio Vicente que vivia no Brasil e era muito querido por todos. O livro então se lembrou que quem o trouxe par casa, foi o tio Vicente, que o leu e o deu para as pessoas da casa.
Uma noite tocou o telefonema da casa, uma ligação do Brasil, dizendo que o tio Vicente deixara coisas valiosas num cofre, no sotão da casa. Mas o segredo do cofre estava guardado dentro de um livro de que ele gostava muito.
Daí começou a procura do tal livro. O livro lembrou que dentro de suas páginas estava guardado um papel com números e letras, seria este o papel que todos procuravam?
Só que ninguém chegou perto dele na estante. Ele então caiu da estante e abriu suas páginas deixando ver o tal papel. E assim encontraram o segredo. E a partir daquele dia, ele passou a ser o livro mais lido da casa. E ele disse baixinho:
- A única coisa que eu quero é ser lido.
Se me lerem, dar-me-ão toda a felicidade do mundo.
F I Msexta-feira, 24 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
ANIVERSÁRIO DE MANUEL BANDEIRA - 129º
MANUEL BANDEIRA
Estrela da Manhã
Eu quero a estrela da manhã
Onde está a estrela da manhã?
Meus amigos meus inimigos
Procurem a estrela da manhã
Ela desapareceu ia nua
Desapareceu com quem?
Procurem por toda a parte
Digam que sou um homem sem orgulho
Um homem que aceita tudo
Que me importa?
Eu quero a estrela da manhã
Três dias e três noites
Fui assassino e suicida
Ladrão, pulha, falsário
Virgem mal-sexuada
Atribuladora dos aflitos
Girafa de duas cabeças
Pecai por todos pecai com todos
Pecai com os malandros
Pecai com os sargentos
Pecai com os fuzileiros navais
Pecai de todas as maneiras
Com os gregos e com os troianos
Com o padre e com o sacristão
Com o leproso de Pouso Alto
Depois comigo
Te esperarei com mafuás novenas cavalhadas comerei terra
[e direi coisas de uma ternura tão simples
Que tu desfalecerás
Procurem por toda parte
Pura ou degradada até a última baixeza
Eu quero a estrela da manhã
Manuel Bandeira
Estrela da Manhã
Eu quero a estrela da manhã
Onde está a estrela da manhã?
Meus amigos meus inimigos
Procurem a estrela da manhã
Ela desapareceu ia nua
Desapareceu com quem?
Procurem por toda a parte
Digam que sou um homem sem orgulho
Um homem que aceita tudo
Que me importa?
Eu quero a estrela da manhã
Três dias e três noites
Fui assassino e suicida
Ladrão, pulha, falsário
Virgem mal-sexuada
Atribuladora dos aflitos
Girafa de duas cabeças
Pecai por todos pecai com todos
Pecai com os malandros
Pecai com os sargentos
Pecai com os fuzileiros navais
Pecai de todas as maneiras
Com os gregos e com os troianos
Com o padre e com o sacristão
Com o leproso de Pouso Alto
Depois comigo
Te esperarei com mafuás novenas cavalhadas comerei terra
[e direi coisas de uma ternura tão simples
Que tu desfalecerás
Procurem por toda parte
Pura ou degradada até a última baixeza
Eu quero a estrela da manhã
Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Em 1890 a família se transfere para o Rio de Janeiro e a seguir para Santos - SP e, novamente, para o Rio de Janeiro. Passa dois verões em Petrópolis.
Em 1892 a família volta para Pernambuco. Manuel Bandeira freqüenta o colégio das irmãs Barros Barreto, na Rua da Soledade, e, como semi-interno, o de Virgínio Marques Carneiro Leão, na Rua da Matriz.
A família mais uma vez se muda do Recife para o Rio de Janeiro, em 1896, onde reside na Travessa Piauí, na Rua Senador Furtado e depois em Laranjeiras. Bandeira cursa o Externato do Ginásio Nacional (atual Colégio Pedro II). Tem como professores Silva Ramos, Carlos França, José Veríssimo e João Ribeiro. Entre seus colegas estão Sousa da Silveira e Antenor Nascentes.
Em 1903 a família se muda para São Paulo onde Bandeira se matricula na Escola Politécnica, pretendendo tornar-se arquiteto. Estuda também, à noite, desenho e pintura com o arquiteto Domenico Rossi no Liceu de Artes e Ofícios. Começa ainda a trabalhar nos escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana, da qual seu pai era funcionário.
No final do ano de 1904, o autor fica sabendo que está tuberculoso, abandona suas atividades e volta para o Rio de Janeiro. Em busca de melhores climas para sua saúde, passa temporadas em diversas cidades: Campanha, Teresópolis, Maranguape, Uruquê, Quixeramobim.
História do Descobrimento do Brasil
Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.
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